Um aleatório do coração

Faz tempo que não paro para escrever, simplesmente escrever com meu coração. Sobre o que se passa por aqui por dentro.
Eu tendo a sentir as mesmas coisas. Mantenho meus sonhos por muito tempo e apesar de eu mudar de vez em quando, eu acredito que minhas mudanças de uns tempos para cá passaram a ser cada vez mais simples e imperceptíveis.
Já escrevi oitentamil textos falando sobre meus sonhos e planos de vida. Minha ideia do que é um trabalho perfeito ou do que é a vida que eu planejo (perfeita em nome, mas obviamente que ela terá seus problemas).
Eu não realizei tantos sonhos na minha vida, mas eu não tenho do que reclamar e sinceramente, eu acho muito legal ter uma lista de sonhos dos quais quero realizar um dia.
A lista não diminui, claro... mas cresce pouco. Talvez cresça mais à medida que eu for realizando.
Tem textos sobre sonhos aqui no blog, se você quiser ler.
Eu particularmente amo viajar lendo os textos em que as pessoas falam sobre os sonhos.

Alguns dias eu queria ser apenas a personagem de um livro, onde eu sei que mesmo ela passando pelos problemas recorrentes no desenvolvimento do livro, tudo vai ficar bem.
Queria ser Elizabeth Bennet, naquela vida pacata no interior da Inglaterra, cheia de irmãs e com uma mãe maluca e um pai paradão. Queria ir para os bailes e ler aqueles livros da época. Queria ir andando até Netherfield Park, ou sair em viagem com meus tios e findar naquelas montanhas... conhecer o senhor Darcy e odiá-lo para depois amá-lo.

Não gosto de idealizar o senhor Darcy.
É certo que Jane Austen não o fez perfeito, senão ele não seria odiado antes de ser amado. Ele tem aquele orgulho e aquele jeitão fechado antes de conhecer.
O senhor Darcy não é alguém específico que as românticas querem, afinal, a pessoa que lê Jane Austen tem inteligência de compreender que ele é fictício. Mas a ideia daquele homem misterioso que tudo o que queria na verdade era fazer feliz a Lizzie.

Tem uma música de Tori Kelly chamada Dear No One, que representa muito minha vida. Eu vou fazer um Música é Vida aqui em breve.

Enfim, comecei a escrever com meu coração e com certeza perdi o foco.
Já falei uma vez que meu cérebro é como vários fios emaranhados e cada um com uma coisa diferente, em diferentes formas e em tempos diferentes... Começar um texto e terminá-lo sem dar sequer uma fugidinha do assunto exige foco, ao mesmo tempo que é prazeroso.


Esse texto foi só um aleatório, que me deu vontade de escrever. Sem pressão, sem problemas.

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