A menina que roubava livros - Resenha

E aí, pessoal!
Hoje vocês vão ler a resenha de um livro ma-ra-vi-lho-so. Sou um pouco suspeita para falar, uma vez que sou fã de his/estórias que falam da/que se passam na 2ª Guerra Mundial.
Na disciplina de história esse sempre foi um dos meu assuntos preferidos e quando eu vi que esse livro contia a estória de pessoas durante a guerra, comprei logo, na Bienal do Livro de Pernambuco - 2013. Não me arrependi.


A "maravilhosidade" do livro começa quando a grande narradora de todos os fatos é a própria morte. Nada mais justo né? Um livro relatando acontecimentos da guerra pela própria morte.
A personagem principal é Liesel. Ela era uma menina alemã que estava sendo levada juntamente com o irmão para viver em uma nova família, já que sua mãe não tinha condições e seu pai era considerado um comunista. A menina foi viver com o casal Hubermann, na rua Himmel.
O nome "a menina que roubava" livros não é a toa. Ela roubava mesmo. O primeiro livro que ela pegou foi "O manual do Coveiro", no momento em que ela e sua mãe legítima foram enterrar o irmão dela, pouco antes de chegarem à nova família. Ela pegou o livro e guardou como lembrança da última vez que viu o irmão e a mãe. No decorrer da história, ela roubou outros livros e ganhou alguns de presente, mas ela sempre dava um jeito de conseguir novos livros, pois eles tornaram-se a grande paixão dela.
No decorrer da estória algumas coisas acontecem... como por exemplo, O casal Hubermann, juntamente com Liesel esconderam um judeu no porão de sua casa e isso causava terror a eles de vez em quando, sem falar da ocasião em que quase descobriram o judeu no porão... a gente fica com o coração na mão de aperreio. Enfim, bombas foram lançadas, personagens importantes foram levados pela morte e lágrimas rolaram nos rostos, mas no final sempre há a superação. Para entender melhor, você vai ter que ler o livro. Eu garanto, é ótimo!


A princípio, confesso, abandonei a leitura. Não costumo fazer isso, mas infelizmente o livro no começo é um pouco "marrento" e achei muito cansativo. Eu prontamente abandonei e fui ler A abadia de Northanger da Jane Austen (que já tem resenha aqui!) e deixei ele pra lá. Quando acabei pensei "voltarei a lê-lo" e iniciei, pensando que iria ler de vez, mas achei chato de novo. Então, entrei no YouTube, procurei resenhas e encontrei a da Mell Ferraz do Blog "Literature-se" e ela confessou que abandonou o livro várias vezes, mas que depois da página 150 aproximadamente, tudo melhorava, então peguei impulso, criei expectativas e li. Alcancei-as.
Recomendo!






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