A quem dar valor? | Aleatórios

Quem está do seu lado agora?
Quanto tempo você quer que perdure?
Quem tem te feito bem?
Quem te faz amadurecer?
Quem te faz abrir os olhos e crescer?
Quem está sempre disponível para você?
Quantas vezes essa pessoa já te deixou na mão?
Quantas te perdoou?
Quantas vezes você não sabia como agradecer?
Quão importante ela tem sido pra você?
Quantas vezes você para para pensar na aparência?
Quantas vezes você vai afastar o pensamento de "algo mais" da mente?
Quem te disse que não tem jeito?

São muitos "Q's" e se as respostas foram satisfatórias, você já sabem a quem deve dar valor.
Me pego pensando nesses tópicos as vezes.
Quem vale a pena? Quem eu sei que posso contar? Quem tá comigo para o que der e vier? Quem eu posso de fato chamar de amigo? Quem eu sei que quero que esteja sempre ao meu lado o resto da vida, mesmo que as vezes estejamos distantes?
Eu consigo responder essas perguntas sem pensar muito.
Ter muitos amigos nunca foi o meu forte, nunca foi o que eu almejava.
Ter amigos leais e com os quais eu sei que posso contar é o que quero.
E óbvio que sempre haverá aquele amigo que te irrita mais que os outros, aquele que fulera com você mais do que você achava que seria possível, aquele que parece que não valoriza a tua amizade mas que tu sabe que ele valoriza e muito, aquele que tá contigo para o que der e vier, aquele que no momento de tristeza da sua vida, você consegue sentir o ombro amigo disponível. Vai ter o amigo que vai te suportar pra tudo e também vai ter aquele amigo que você vai suportar, simplesmente porque você se importa demais como ele para simplesmente desistir dele.

Amizades... Quais valem a pena... Quais devo valorizar... Quais são de fato amizades e não apenas pessoas que recebem o título injustamente?

Esse tema sempre foi uma coisa bem forte para mim. Eu valorizo demais as amizades que conservo, apesar de poucas. Eu sei valorizar. Eu me esforço para saibam que são importantes e especiais para mim. Eu me ponho disponível para tudo e as vezes eu não tenho jeito para dar ou palavras para dizer quando eles precisam, mas eu oro por eles.

Fica esse tema aí, para você refletir.
Quem vale a pena?
Diga a essas pessoas que elas valem a pena e que a amizade delas é importante para você.
Se for difícil para você dizer então demonstre.

O tempo vai e vem, amores começam e acabam, até a família se distancia as vezes, mas os amigos verdadeiros são para sempre.



Esse é o texto de hoje.
Essa semana vai ter vídeo sábado, terça e quinta.

Elefante - Eu já li | Resenha | Livro

O livro Elefante é da Editora (que Deus a tenha) Cosac Naify. É uma editora que infelizmente fechou mas que deixou vários livros legais e de muita qualidade a venda por aí.
Sempre tem promoções da editora no site da Amazon, então... fica de olho no site.

Falando sobre Elefante:
Elefante conta a estória em que o narrador está sonhando e nesse sonho ele se depara com um elefantezinho na mão dele. É um Elefantezinho lindo e que fala. Ele começa a conversar com o bichinho e descobre que ele é filho do sonho e neto do sono. Quem diria ein?


E ele começa a ouvir uma música cantada pela lua que fala de um marinheiro que se jogou no mar ele olha e vê o pequeno Elefante caminhando para a ponta do dedo dele, e o narrador fica com muito medo de o bichinho cair e morrer, mas ao mesmo tempo não quer que o medo de perdê-lo faça com que ele queira limitar e impor ao Elefantinho de fazer o que quer.
E o elefantinho começa a sonhar dentro do sonho e os sonhos do narrador e do elefantinho se tornam o mesmo sonho e o negócio fica surreal.
O pequeno Elefante fala que é feliz quando ele dorme, porque ele sonha. Mas ele não conta sobre os sonhos dele porque diz que se ele contar os sonhos dele, ele não cresce.
O narrador sente um carinho tão grande mas tão grande por esse elefantinho que chega a machucar.
Eu aconselho você a ler o pequeno livro para tirar suas próprias conclusões.



Opinião:
O livro tem um "quê" de filosofia. O elefantezinho representa, na minha opinião, o amor. O narrador está sonhando com o amor, o amor está na palma da mão dele e ele quer cuidar e proteger, mas ao mesmo tempo não quer que ele esteja com ele sem que ele queira. É uma simbologia legal, sobre o amor. Eu gostei bastante, o livrinho tem 16 páginas e eu aconselho você a ler. Criar sua própria interpretação, entender ao seu modo o que aquele elefantinho representa o que representa para o narrador.


Um aleatório do coração

Faz tempo que não paro para escrever, simplesmente escrever com meu coração. Sobre o que se passa por aqui por dentro.
Eu tendo a sentir as mesmas coisas. Mantenho meus sonhos por muito tempo e apesar de eu mudar de vez em quando, eu acredito que minhas mudanças de uns tempos para cá passaram a ser cada vez mais simples e imperceptíveis.
Já escrevi oitentamil textos falando sobre meus sonhos e planos de vida. Minha ideia do que é um trabalho perfeito ou do que é a vida que eu planejo (perfeita em nome, mas obviamente que ela terá seus problemas).
Eu não realizei tantos sonhos na minha vida, mas eu não tenho do que reclamar e sinceramente, eu acho muito legal ter uma lista de sonhos dos quais quero realizar um dia.
A lista não diminui, claro... mas cresce pouco. Talvez cresça mais à medida que eu for realizando.
Tem textos sobre sonhos aqui no blog, se você quiser ler.
Eu particularmente amo viajar lendo os textos em que as pessoas falam sobre os sonhos.

Alguns dias eu queria ser apenas a personagem de um livro, onde eu sei que mesmo ela passando pelos problemas recorrentes no desenvolvimento do livro, tudo vai ficar bem.
Queria ser Elizabeth Bennet, naquela vida pacata no interior da Inglaterra, cheia de irmãs e com uma mãe maluca e um pai paradão. Queria ir para os bailes e ler aqueles livros da época. Queria ir andando até Netherfield Park, ou sair em viagem com meus tios e findar naquelas montanhas... conhecer o senhor Darcy e odiá-lo para depois amá-lo.

Não gosto de idealizar o senhor Darcy.
É certo que Jane Austen não o fez perfeito, senão ele não seria odiado antes de ser amado. Ele tem aquele orgulho e aquele jeitão fechado antes de conhecer.
O senhor Darcy não é alguém específico que as românticas querem, afinal, a pessoa que lê Jane Austen tem inteligência de compreender que ele é fictício. Mas a ideia daquele homem misterioso que tudo o que queria na verdade era fazer feliz a Lizzie.

Tem uma música de Tori Kelly chamada Dear No One, que representa muito minha vida. Eu vou fazer um Música é Vida aqui em breve.

Enfim, comecei a escrever com meu coração e com certeza perdi o foco.
Já falei uma vez que meu cérebro é como vários fios emaranhados e cada um com uma coisa diferente, em diferentes formas e em tempos diferentes... Começar um texto e terminá-lo sem dar sequer uma fugidinha do assunto exige foco, ao mesmo tempo que é prazeroso.


Esse texto foi só um aleatório, que me deu vontade de escrever. Sem pressão, sem problemas.

Mais um update. Esse blog virou um blog de updates.

Dia de sábado não é dia de postagem aqui, é dia de vídeo.
Mas quanto tempo faz que não posto nenhum? Quanto tempo faz que não coloco nenhuma postagem aqui?
Mais tempo do que eu gostaria.
Esse blog jajá vira um blog de update em vez de um blog onde escrevo sobre livros e as coisas que amo.
Queria comemorar que saí da ressaca literária!! (UHUUUU)
Terminei Gilmore Girls de novo
Terminei How I Met Your Mother de novo
Estou continuando Suits
Quando terminar Suits vou continuar How To Get Away With Murder
Terminei de ler A sereia (vai ter resenha em vídeo)
Terminei de ler Elefante (vai ter resenha aqui)
Terminei de ler Tudo e todas as coisas e vi o filme (vai ter resenha em vídeo)
E comecei a ler A rainha vermelha

Estou muito feliz, apesar de isso ter me atrasado em outras coisas importantes.
Se você quiser ficar sabendo de tudo isso em tempo real, segue meus dois instagrans (@aczardebyr e @abelezadasimplicidade). Nos dois eu falo sobre o que estou lendo e compartilho um pouco de minha vida.

Vou editar um vídeo agora.
Espero que quem está por aqui, continue vindo por aqui. Eu fico feliz em compartilhar tudo isso.
Um abraço. 💙

Essa dor, o que é? | Crônica

As vezes sinto uma dor no lado esquerdo, próximo ao coração.
Nem me vem com melosidades falar que é paixão, amor e etc. Essa dor é causada por medo, é causada por preocupação.
Eu não estou tendo nenhum ataque cardíaco, não tenho pressão alta e nem problemas de coração -amém- mas tem dias que minha mente está cansada e ela desconta no meu corpo.

Existem momentos na vida que você se encontra meio perdido, sem saber qual direção tomar, que caminho seguir, a que velocidade e todas essas coisas relacionadas a caminho que você já sabe, e na tentativa de manter sua menta sã, você esconde essas coisas, tenta manter a calma quando todo mundo ao seu redor está enlouquecendo, tenta transmitir calma para todas essas pessoas e por diversas vezes consegue... mas eu imagino que é como se fosse em um jogo, sabe? Tem a barrinha do otimismo e da calma, tem a barrinha da saúde mental e a da saúde física, provavelmente também existem barrinhas para realizações e dinheiro. A medida que o dinheiro diminui, as realizações diminuem também (no caso de pessoas que não são ricas, claro) e com isso começam os conflitos e na tentativa de manter a barrinha de saúde mental e física cheias você começa a liberar o antídoto, que é a calma e o otimismo. Mas quando as pessoas ao seu redor, que você ama também estão quase com suas barrinhas esgotadas, você começa a liberar seus otimismo e calma para eles a ponto de sua barrinha esvaziar e por fim sua saúde mental e física irem para o beleleu.
Essa conversa talvez seja um pouco cansativa para você que nunca passou por isso e está lendo, mas acredite... é bem real na vida de muitas pessoas. E para os que tem dinheiro normalmente acontece um fenômeno em que a barrinha de realizações e dinheiro estão muito cheias porque eles gastaram todo o otimismo e calma para enchê-las... só que gastaram tanto que a saúde física e mental tiveram que ser dedicadas para manter essas barrinhas cheias e no final elas ficaram muito cheias e não valeu a pena.

Algumas coisas podem ser feitas para preencher novamente as barrinhas de calma e otimismo e normalmente coisas que dão prazer; cozinhar, jogar bola, assistir filmes, ler livros, conversar, viajar, ajudar pessoas, escrever...
As barrinhas se enchem e você fica novinho em folha, pronto para uma nova batalha na vida.

Ninguém NUNCA disse que viver era fácil e que a vida não teria problemas. Viver poderia ser tranquilo e fácil se não houvessem tantas pessoas complicadas por si sós. Eu mesma não sou a pessoas mais descomplicada do mundo, mas tem gente tão pior. E a única coisa que quero fazer é me descomplicar cada vez mais, aprender com meus erros, melhorar, ajudar pessoas, fazer o bem, e parar de querer me comparar com os outros achando que eles são piores que eu.

Tenha calma, ok. No final tudo fica bem.
Não existem vitórias sem guerras.
A vida sem lutas diárias é excelente, mas é pouco satisfatória. Elas nos fazem mais fortes.